terça-feira, 24 de dezembro de 2013

EVERCÍCIO É O REMÉDIO MAIS BARATO: ALÉM DE TRATAR, PREVINE AS DOENÇAS

O Colégio Americano de Medicina Esportiva iniciou um movimento que recentemente passou inclusive a ser tema de seu congresso anual que reúne mais de cinco mil profissionais da área de ciências do esporte de todo o mundo. O tema recebeu o nome de “Exercício é Remédio” . Nada mais verdadeiro: é o remédio mais barato e eficaz que existe. Além de tratar, previne doenças.
A grande diferença entre o exercício físico e os remédios convencionais é que fazer exercício pode e deve ser agradável, enquanto que tomar remédio muitas vezes é ruim ou causa dor. Hoje em dia, inúmeras doenças são tratadas com atividade física. O curioso é que não faz muito tempo, o doente era proibido de fazer qualquer exercício físico. Atualmente até mesmo o portador de doença cardíaca, que sempre foi a doença que tinha no exercício seu maior “fantasma”, é tratado com programas de atividades físicas.
As doenças geralmente promovem um verdadeiro círculo vicioso extremamente prejudicial para o bom prognóstico do tratamento. A doença muitas vezes leva o indivíduo a reduzir drasticamente sua atividade física habitual. Esta inatividade física promove uma regressão acentuada da capacidade funcional de órgãos e sistemas que contribui ainda mais para a piora do quadro.
É fundamental quebrar este círculo vicioso, sempre associando a atividade física bem orientada ao tratamento medicamentoso. Atualmente a indicação de atividade física contempla até mesmo doenças que comprometem também a saúde mental como a depressão e transtornos de atenção.
No tratamento da hipertensão, por exemplo, alguns cardiologistas costumam dizer de forma bem humorada que exercício é tão eficaz que deveria ser feito de “quatro em quatro horas” pelo paciente. Exercício é remédio, mas para o indivíduo saudável deve ser hábito de vida!

Fonte: globoesporte.globo.com
 

domingo, 22 de dezembro de 2013

BARRAGEM VENCE E ESTÁ NA FINAL


A alegria azulina deveria ser dobrada, mas o time de aspirantes não passou pelas penalidades, neste domingo, na localidade Barragem e esta fora da final. Precisando vencer, também dentro de campo, o time de aspirante da Barragem recebeu o Rompe Gibão e deu o seu melhor. Precisando da vitória, a Barragem foi surpreendida ainda no primeiro tempo, num escanteio o goleiro saiu mal e a bola sobrou na cabeça do atacante do Rompe Gibão que só teve o trabalho de escorar para o fundo da rede. Para o time das águas só restava partir pra cima e buscar os gols e de tanto tentar, o primeiro gol aconteceu, após cobrança de penalidade máxima convertida pelo zagueiro Negão. Fim do primeiro tempo, o empate ainda classificava o Rompe Gibão. O segundo tempo foi de busca constante pelo segundo gol, que levava a decisão para as penalidades e ele veio no final do jogo, após cobrança de falta para dentro da área, o goleiro não conseguiu tirar e no bate rebate, a bola sobrou para Toninho que chutou e estufou a rede adversária, decretando a virada para 2 a 1, levando a decisão para os pênaltis. Nos penais, o Rompe Gibão foi mais eficiente e venceu por 11 a 10, garantindo sua passagem para a final contra o Confiante.
Logo em seguida, foi a vez da equipe principal entrar em campo e confirmar o bom momento que ta passando e carimbar o passaporte da final. Para isso precisava vencer a boa equipe do Tabuleirinho que parecia que vinha com objetivo de levar o jogo para as penalidades, mas faltou combinar com o time das águas, que começou o jogo em alta voltagem e em menos de 10 minutos já vencia por 2 a 0. O primeiro gol saiu de uma bola alçada na área, onde Wiliam cabeceou e o goleiro Valdevan deu rebote e o próprio Wiliam completou para o gol. Não demorou muito e em uma roubada de bola, Mendes lançou para Cidy que invadiu a área e foi derrubado, o árbitro marcou pênalti e expulsou o zagueiro infrator. Françual foi para cobrança e ampliou o placar para 2 a 0. Com um jogador a mais, o time da Barragem controlou o jogo até o final, alternando jogadas perigosas e posse de bola. Final de jogo, dever cumprido, agradecimentos e alguns desabafos, um deles direcionados àqueles preconceituosos que chamavam a Barragem de time de bengala, por ter uma equipe com uma faixa etária acima da média...agora só nos resta convidá-los para a grande final, dias 25 e 29 de dezembro, no Camilão...ou quem sabe em Simão Dias, esperamos que não.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

CONFIANTE E CRUZEIRO JÁ ESTÃO NA FINAL

Domingo (15/12), foi definido os primeiros finalistas do Campeonato Municipal de Futebol Zé de Roberta. Na categoria aspirante, o Confiante assegurou sua classificação nas penalidades, vencendo o Vitória por 4 a 2, após o empate no tempo normal. Na categoria principal, o Cruzeiro confirmou o favoritismo vencendo o time do Junco por 4 a 0, e também carimbou sua presença na grande final.
Os adversários dos times acima classificados, sairão dos confrontos do dia 22/12, na localidade Barragem, entre o Barragem x Rompe Gibão na categoria aspirante e Barragem x Tabuleirinho na categoria principal.

domingo, 15 de dezembro de 2013

CAMPEONATO SEM REGULAMENTO...MELHOR COLOCAR A CULPA NO MORDOMO

Entra ano e sai ano, e o futebol em Poço Verde não sai da mesmice, por mais que algumas pessoas tentem disciplinar a prática desse esporte por aqui, sempre tem aqueles que usam de meios ilícitos ou usam o "poder" para agradar a gregos e troianos. Não vamos muito longe para encontrarmos algumas mazelas que teimam em aparecer. Estou me referindo ao Campeonato Municipal de Futebol Zé de Roberta, que tem acontecido coisas que não compreendo. A começar por um regulamento que não é respeitado, com diversos itens que foram ignorados e que em certos momentos deixaram de lado os representantes dos times do interior em decisões importantes para o andamento da competição.  
O caso mais recente foi a falta de respeito com a entidade Barragem, que após entrar com um pedido de análise e julgamento da irregularidade que aconteceu no jogo de aspirantes entre Barragem e Rompe Gibão, domingo 08/12,  onde um dos atletas do Rompe Gibão entrou no jogo após a partida ter iniciado,  não recebeu até esta data, nenhum retorno por parte da Comissão de Justiça do Campeonato. O que ficamos sabendo, por outras pessoas, é que a punição foi dada para o mesário da partida. Se realmente isso for verdade, só reforça nossa desconfiança em acreditar que as pessoas envolvidas diretamente com a competição já rasgaram o regulamento e não avisaram a quem acredita que as Leis são para serem cumpridas. No caso citado acima, o regulamento trás no artigo 3º, parágrafo 11º,  que trata da condição de jogo do atleta, que "após o jogo iniciado o atleta não terá condições de jogo, mesmo que esteja inscrito em súmula.". 
Mas para um campeonato onde você restringe para três o número de atletas que não moram em Poço Verde e abre uma exceção para uma equipe inteira que fica no Estado Baiano, onde essa mesma equipe na segunda partida das oitavas perdeu por w x o e não teve nenhuma punição pra ela. Onde partidas são disputadas em municípios vizinhos, mesmo o campeonato sendo em Poço Verde. Onde jogos foram realizados com suspeitas de equipes estarem com jogadores irregulares e nada foi apurado. Onde dirigentes priorizam outras competições em detrimento do campeonato local e depois ficam criticando por criticar a nossa competição, mesmo tendo menos gastos por aqui. Não me surpreende que para beneficiar o infrator, as pessoas encontrem soluções originais, como nos filmes policiais onde o mordomo é o culpado.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

VIOLÊNCIA NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL

"Somos um povo pacífico e ordeiro. Uma nação cordial e bonita por natureza. Somos um país de pessoas que amam o carnaval e futebol."

          A frase acima, ditas sem aspas, já foi dita por alguém em algum contexto dado nas últimas seis décadas, pelo menos. Se estamos diante de uma inverdade histórica, já que as várias rebeliões, motins, crises, golpes e guerras civis localizadas, além do fato das guerras oficiais já travadas, nos apontam como um povo belicoso e com um gradiente de violência sempre presente. Não quer história? Acha que é passado? Basta mostrar nossas altas taxas de violência, homicida, de trânsito, contra as mulheres… Estamos, juntamente com nações em guerra civil, entre os primeiros colocados em mortes violentas e estupros. Somos realmente pacíficos.
       O futebol, nosso esporte-mor, nossa glória e orgulho sem par, vem se tornando, ao menos na última década, uma dos espaços onde a ferocidade urbana brasileira, a barbárie sem par de parte de nossos jovens é expressada. Na forma de torcidas organizadas, gangues de jovens, som status social negativo, criados em ambientes de violência e desigualdade, reproduzem verdadeiras arenas romanas, com o trágico desfecho da morte de outros jovens, iguaizinhos aos algozes.
    Violência sem ideologia política, sem radicalismo religioso, sem fundamentalismo algum que o apoie, senão o do “time” amado, gerido por entes privados e com absolutos fins lucrativos. O amor ao time é expresso coletivamente no grupo, onde a identidade juvenil se pauta na violência, onde os ritos de passagem (Bourdieu chamaria de “ritos de instituição”) baseiam-se em praticar violência, sair ferido, com a marca do “guerreiro da torcida”, fiel, urubu, ou qualquer coisa do tipo.

      Como respondemos? Não respondemos. Nos manifestamos na hora, vociferando contra o Estado ou contra as autoridades do momento. Depois esquecemos. Vamos assistir nosso MMA, nossa luta noturna higienizada e globalizada. Viva a porrada! Afinal, é só um esporte!!! Ninguém morre ou se machuca.
          Não é preciso ser psicólogo ou neurocientista para saber o que causa ao caráter individual tanta exposição de violência. Já vemos isso nos nossos estádios. Estou pondo a culpa no MMA? Não tolinho. Apenas aponto que nossa cultura de ode à violência não é gratuita e nem mesmo inocente.
           Não apontarei culpados momentâneos ou mesmo os de sempre. Sabemos como fazer. Mas, nossos monstros da violência no futebol não são exceções. São parte da regra. No trânsito, nas ruas, nos lares, nas escolas, nas instituições, em todos os lugares, remedo-nos à barbárie da violência. Precisamos de uma profunda e radical mudança em nosso processo civilizador. Antes que seja muito tarde para mudar.
 (por Thadeu de Sousa Brandão)

Fonte: iveniohermes.com